Quando a Casa Redonda comprou, Vovô Dídimo já sabia
Que um belo reduto de amor logo logo surgiria...
Dona Zú, com filhos e netos, chegou com disposição
Transformando uma casinha, numa poderosa mansão!
Tio Frick dava "jeitinho", tia Thê um inesquecível carinho
Tio Edú com criança no colo, mostrava um passarinho...
A família foi crescendo, amigo virando parente.
E a Casa transbordando de tanta energia presente!
Gerações se multiplicando e a coitada se aguentando...
É preciso outro quarto, um puxadinho,
"Encomendaram" mais um bebezinho...
E surge o FLEN, o SEM CHÃO, é gente pelo ladrão...
Na piscina tem alegria, no varandão Carnaval
Ali sempre rolou um tremendo alto astral
E nossa Mandala de amor nunca será acabada
Pois no coração da gente a semente foi plantada!

Com carinho, Nane